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Ver Mais E Ver Mais Longe

“Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes”

– Isaac Newton

Quando olhamos para o céu em uma noite estrelada, não fazemos ideia da quantidade de informações que cada objeto celeste transmite a cada minuto. Além da luz captada pelos nossos olhos, pelas lentes de uma câmara ou pelos espelhos de um telescópio, estrelas, planetas, galáxias e os demais elementos do Universo emitem um ruído que pode ser “ouvido” na Terra.

Os sinais de rádio vindo do espaço foram descobertos por acaso nos anos 30, e desde então são estudados ao redor de todo o planeta com o auxílio dos chamados radiotelescópios. O ruído das estrelas foi ouvido e já mudou muito a nossa visão do Universo desde então. Portanto neste contexto, surgiu a  exposição com o tema “Ver Mais E Mais Longe”, que estará  em exibição para toda a comunidade escolar, de  17 a 25 de janeiro, no pátio à entrada  e no hall do Bloco Norte,     promovendo os  trabalhos dos alunos de sétimo ano, na disciplina de Físico-Química, com  o objetivo de dar a conhecer telescópios e radiotelescópios espalhados pelo planeta,  bem como personalidades e missões espaciais ,  que contribuíram e/ou contribuem para o conhecimento do Universo.

Pelas Professoras de Físico-Química:

Conceição Moniz Elisabete Perestrelo

Atividade integrada na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento nas temáticas da Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

A nossa turma, 10º 6, foi surpreendida com postais de Natal dos alunos do 8º ano da Escola Básica de Terras de Bouro (Braga). Atividade integrada na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento nas temáticas da Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.

Por meio de postais muito criativos partilharam-nos um pouco da sua cultura e paisagens – património natural e construído. Terras de Bouro inserido no Parque Nacional de Peneda-Gerês, o único com esta classificação em Portugal.

Do património destacam-se espécies protegidassalamandra-lusitânica, bufo-Real, lobo ibérico, águia real, lontra e esquilo vermelho (extinto no parque desde seculo XVI e reapareceu em 1990), cavalo Garrano, cabra montês (em 1999, voltaram a ser vista no Gerês), víbora-cornuda; carvalho português e sobreiro (longevidade cerca de 300 e 200 anos, respetivamente); cascatas (Portela do Homem); património construído –  canastro/espigueiro (guardar espigas de milho), estradas construídas pelo Império Romano “Geira” ou Via Romana que ligavam Bracara Augusta (Braga) a Astorga (Galiza) e a barragem de Vilarinho das Furnas – aldeia comunitária, mas desde 1971 está submersa, devido à construção da barragem e albufeira.

Em resposta e integrado no projeto “Nós propomos!”, a nossa turma elaborou um vídeo de saudações natalícias partilhando um pouco da nossa cultura e paisagens insulares – Machico da Serra ao Mar.

Esta atividade permitiu o intercâmbio cultural nesta data especial!

Turma 10º6

Atividade laboratorial: “Que constituintes do sangue se identificam numa preparação definitiva de sangue humano?”

No âmbito da disciplina de Ciências Naturais, 9.º ano, sob a orientação do professor Manuel Menezes, foi realizada a atividade prática de observação de células do sangue humano, nas turmas 9º1, 9º3 e 9º7. Esta atividade teve como principal objetivo a identificação dos constituintes do sangue, a sua função e o seu contributo para o equilíbrio do organismo humano.

Projeto “Apoio às Ciências”

Fase Escola da Taça Escolar da Educação Rodoviária

No âmbito do projeto de segurança rodoviária decorrente do “Plano Regional de Educação Rodoviária” 33 dos alunos da nossa escola participaram, no passado dia 07 de dezembro, na prova da Fase Escola da Taça Escolar da Educação Rodoviária. As mesmas consistiram na realização de um teste teórico e de uma prova prática com a condução de bicicletas num trajeto que simulou a via pública através de um Circuito Rodoviário com obediência a sinais de trânsito e outras regras de circulação. As provas foram supervisionadas e avaliadas pelo coordenador deste projeto, assim como, pelos professores de Educação Física aí presentes. Um agradecimento ao Clube Ludens Machico que teve a amabilidade de fornecer bicicletas para a realização da prova prática. Caso se realize a Fase Concelhia desta taça, os alunos do 2º e 3º ciclos com maior pontuação obtida, ficarão apurados para a participação na mesma.

Debate sobre as Fake News

No dia seis de dezembro, a EBSM recebeu o Dr.º Olavo Câmara, deputado da Assembleia da República, eleito pelo círculo da Madeira, para a realização de um debate sobre as Fake News, temática do programa da Assembleia da República Parlamento dos Jovens 2021-22.

Todos os anos, e a convite do projeto Parlamento Jovem da nossa Escola, é realizada uma pequena palestra acerca do tema que, nesse ano letivo, é discutido a nível nacional. Os alunos tiveram a oportunidade de debater e trocar pontos de vista sobre um tema tão pertinente, a Desinformação. O que são Fake News, que papel assumem as redes sociais na disseminação de notícias falsas, estratégias de combate e o seu impacto na democracia foram alguns aspetos abordados. O saldo foi positivo e ajudou na formulação de medidas para o Projeto de Recomendação da EBSM, que será apresentado em março, na Sessão Regional do Parlamento dos Jovens (Básico e Secundário), que decorrerá na Assembleia Legislativa da Madeira.

 Cidadania em ação!

   No âmbito das atividades da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e do Projeto Atlante, os alunos da turma 3 do sétimo ano de escolaridade foram desafiados a debater sobre as consequências do consumo excessivo de álcool.

   Tendo como ponto de partida o vídeo “Carta para Jack, o alcoolismo mata”, os discentes deram continuidade à história refletindo sobre as consequências nefastas deste verdadeiro flagelo social.

   O áudio que se apresenta é o resultado da proposta dos alunos Augusto Santos e Gaspar Viveiros.

As professoras,

Teresa Félix e Paula Gonçalves

Bênção das capas dos alunos finalistas

Hoje realiza-se a cerimónia de bênção das capas dos alunos finalistas da Escola Básica e Secundária de Machico. Os alunos sairão em cortejo da escola, pelas 14:15 h, acompanhados pelos padrinhos, professora Tânia Maria Martins Paixão Pão e Sr. João Paulo Rodrigues, e pelo Presidente do Conselho Executivo da escola, professor José Maria Carvalho Dias, até a igreja matriz de Machico, onde se realiza a respetiva cerimónia às 15h.

Património Histórico e Cultural em debate na EBSM

No âmbito do desenvolvimento do projeto Parlamento Jovem Regional, este ano com o tema “Recuperação do património histórico e cultural da Madeira”, recebemos na nossa escola, no passado dia 10 de novembro, a Drª Mónica Vieira, Vereadora da CMM com o pelouro da Educação, Cultura e Juventude. O convite partiu das professoras dinamizadoras do projeto Parlamento Jovem e teve como intuito a partilha de algumas diretrizes da política cultural do município, informações que servirão de base à elaboração das medidas do projeto de recomendação da nossa Escola a nível regional.

Triatlo literário – Baú de Leitura

O TRIATLO LITERÁRIO CHAMA POR TI…

Integrado no Projeto Baú de Leitura, o Concurso Regional – Triatlo Literário – destinado aos alunos dos 2º e 3º ciclos decorrerá, no mês de janeiro, a saber, nos dias 12 e 19, respetivamente.

Esta atividade realizar-se-á, no auditório da biblioteca da escola, nos dias agendados, entre as 10:05h e as 11:50h.

O passatempo “Triatlo Literário”, constituído por três modalidades – leitura, escrita e interpretação – incidirá sobre o livro “A viúva e o papagaio,”, de Virginia Woolf (2º ciclo) e remeterá para o capítulo “A pesca da baleia” in As ilhas desconhecidas, de Raul Brandão (3º ciclo).

O vencedor de cada ciclo representará a EBSM na Fase Regional a 28 de abril (2º ciclo) e a 5 de maio (3º ciclo). A seu tempo, partilharemos informações mais precisas.

Por agora, solicitamos que faças a tua inscrição, junto do teu professor de Português ou do Diretor de Turma e te prepares para o concurso. Devido à situação pandémica, sugerimos que seja uma por turma.

Toda a informação foi disponibilizada e está ao teu alcance!

Se tiveres dúvidas, entra em contacto connosco.

Esperamos por ti. Colabora!

Um por todos e todos pela leitura!

As dinamizadoras

Graça Gouveia e Cármina Moreira

Atividade de História – 8.º ano turma 8

No âmbito da disciplina de História, aos alunos do oitavo oito, foi proposto que escrevessem textos criativos sobre os descobrimentos, não os que foram efetuados num tempo passado, mas os que serão provavelmente efetuados num tempo futuro, durante alguns minutos, os alunos imaginaram-se descobridores/aventureiros, passaram por vários perigos e tempestades, no fim, conseguiram alcançar os seus objetivos.

Como prova da sua eficácia, deixaram-nos alguns relatos que agora podem ser lidos.

Docente: José João Brochas Gonçalves

A busca por um planeta habitável

    Em janeiro, do ano de 2120, a NASA decidiu explorar outra galáxia à procura de um novo planeta habitável, enviando astronautas portugueses. Foram em missão 8 astronautas, o Martim, o Zé, a Maria, o Matias, o António, a Matilde, o Rodrigo e o João.

    Partiram para o espaço no dia 13 de janeiro de 2120 na sua nave, a Skyligth, apetrechada com equipamentos de orientação para evitar que se perdessem, mesmo não tendo um destino certo. A única regra exigida era que tinham que voltar, ao Planeta Terra, no mesmo dia, 10 anos depois.

Iniciaram a grande viagem, até chegar ao primeiro planeta demoraram cerca de 10 meses. O planeta era muito colorido, com plantas muito diferentes das da Terra. O Zé, a Maria e o António foram os primeiros a pisar o planeta, logo de seguida o resto da tripulação também saiu da nave para também examinar o planeta. Este parecia ser muito pacífico, até parecia que o planeta era habitável, mas mal sabiam eles o que os esperava. Quando começou a anoitecer, decidiram voltar para a nave.  Enquanto dormiam o João e o Martim saíram da nave para continuar a pesquisar. Passado algum tempo, a Matilde acordou ao ouvir uns gritos, quando foi ver o que se passava encontrou o João e o Martim já sem vida. Assustada e desorientada com o sucedido, acordou toda a tripulação e rapidamente decidiram sair de lá.

    Vaguearam um pouco pela galáxia, todos extremamente tristes. Até que chegaram a um planeta muito escuro e sombrio. Logo que aterraram, o Rodrigo saiu da nave e encontrou ET’s muito pequenos. Como estes nunca tinham visto um humano, declaram o Rodrigo o seu rei. Eles não tinham telemóveis nem GPS por isso guiaram-se pelas estrelas para chegar ao seu majestoso palácio (que fazia lembrar a arquitetura gótica, como a Catedral de São Vito em Praga). Levaram apenas o Rodrigo e este disse ao resto da tripulação que podiam ir embora e que ele queria ficar naquele planeta. Todos achavam que estava louco, mas mesmo assim partiram porque não tinham tempo a perder.

    Com tudo isto, já estavam em 2128 e ainda tinham de encontrar um planeta habitável. Chegaram a um planeta muito similar à Terra. Fizeram todos os testes necessários e perceberam que era 100% habitável. Estiveram lá algum tempo e no dia 13 de janeiro de 2130 foram muito bem recebidos na Terra.

    Quando voltaram para as suas casas, relembram as suas viagens, ficaram tristes ao recordar a morte dos dois companheiros, esperavam algum dia voltar a ver Rodrigo e gostariam de um dia habitar naquele novo planeta.

Trabalho de história 2021/2022

Matilde Freitas e Rodrigo Vasconcelos 8.º 8

Extra-Sumos

No ano 2070, o Capitão Zé Sardinha reuniu a tripulação para explorar um buraco negro.

No dia seguinte, quando já estavam todos reunidos, começaram a viagem na sua bela moto voadora. Quando chegaram ao espaço, encontraram uma cintura de asteroides muito perigosa, mas não houve problema, pois havia semáforos, no qual passam na luz verde em segurança. Nessa mesma viagem, eles levaram gaiado seco e Poncha Tradicional da Madeira, para se alimentarem, também levaram instrumentos espaciais, tais como, a bússola para ver onde se encontravam os ET’s, e o astrolábio, para os hipnotizarem.

Continuaram a explorar com a sua moto espacial, até encontrarem o buraco negro. Ao entrarem tiveram turbulência e perderam os seus alimentos. Dentro do buraco negro havia seis planetas desconhecidos. Foram 1 a 1 em busca dos ET’s. No primeiro planeta havia Extra-Melancias, e como tinham perdido os alimentos, decidiram fazer sumo de ET com a sua máquina inovadora. No segundo planeta encontram Extra-Tangerinas, logo fizeram sumo com eles. No terceiro planeta havia os Extra-Macieiros, surpreendentemente não gostaram do sumo, então avançaram para o quarto planeta, onde encontraram os Extra-Framboesa (que eram os mais fáceis de caçar), fizeram o sumo, e vão para o quinto planeta, encontram só 1 ET, não sabiam o nome dele, então pesquisaram no Google através dos seus IPhones 24, contudo não encontraram nada, deram-lhe o nome de Extra-Desconhecido, todos provaram, mas ninguém conseguiu descobrir o sabor.

Já não havia mais planetas para explorar, então regressaram para a Terra pelo mesmo caminho, porém os ET’s não conseguiam suportar a luz, por isso tiveram que hipnotizá-los com o astrolábio que trouxeram, para que ficassem tontos e adormecessem.

Finalmente, chegam á Terra com os barris de sumos, eles lucraram muito, de tal modo que criaram a Extra-ET’s Companhia.

Trabalho realizado por: Elisa Vasconcelos, n.º 6 e José Pereira, n.º 8

A viagem do bolo do caco

Num belo dia do ano de 3020, quando a estupidez madeirense havia ganho a batalha e toda a gente vivia como se fosse século XV, estavam os madeirenses num arraial gigante no Caniçal (porque tudo se passa no Caniçal), quando um homem muito irritado chega e informa:

– Ai ! “Estepilha” aqueles desgraçados de Júpiter afirmam que tem uma receita de bolo do caco superior a nossa!

Todos começaram a gritar “impossível”, “como e que se atrevem” entre outras coisas que não devem ser referidas em contexto escolar…Nesse momento um xavelha e um barqueiro tiveram uma ideia:

– Bora fazer um barco espacial e ir até Júpiter

–  “Sigâ” !!Bora para o “espasce”!

E assim foi, passaram 2 dias a construir o melhor barco de todos movido a poncha; como capacetes utilizaram garrafões e como fatos macacões de pedreiro.

Finalmente estavam prontos, foram para o espaço e pelo caminho só faziam uma coisa, bilhardar. A meio do caminho ficaram sem poncha, o que não era muito bom pois sem poncha o barco não andava. Sem nada para fazer puseram se todos no Facebook até que um dos marinheiros teve a ideia de fazer poncha.

Mas existia um problema não tinham maracujá, tangerina, laranjas ou limões. Então foi aí que apareceu o vendedor de fruta, que fica a vender fruta na praia do Porto Santo. Ele era a solução para o problema, ainda bem que teve a ideia de expandir os seus negócios. Depois de comprar as frutas fizeram muito mais poncha do que a que tinham levado para o percurso, conseguindo chegar a Júpiter.

Ao chegar a Júpiter não foram bem recebidos e rapidamente todos os marinheiros foram encurralados pelos ET’s com espadas de pão com chouriço e escudos de bolo do caco. Entretanto os marinheiros foram levados para um castelo do chefe de Júpiter e aprisionados numa cela. Todos, menos os capitães (xavelha e o barqueiro) foram para a sala principal do castelo onde estava o chefe de Júpiter. Nessa sala tiveram uma longa conversa para decidir qual dos planetas deveria ter o título de melhor fabricante de bolo do caco do sistema solar. Foi assim que tiveram a ideia de convidar 5 júris: escolheram um marciano, o vendedor de fruta do porto santo, um habitante de Vénus, um de Mercúrio e outro de Saturno.

Todos estavam prontos para começar a prova para saber qual era o melhor bolo do caco do sistema solar, cada um tinha um papel importante para fazer o seu grupo ganhar, uns faziam a massa outros estavam no caco moderno (pedra do caco com uma adaptação para ligar ao gás). Depois de alguns minutos, ambos os grupos já tinham 5 pães com chouriço e 5 bolos do caco com manteiga de alho (um para cada júri). Os júris provaram as receitas de bolo do caco e chegaram à conclusão de que eram iguais, porque ambas eram madeirenses e todo este mal-entendido resumia-se a um pescador madeirense que foi para Júpiter à procura de melhores condições de vida e que levou um pouco da ilha consigo, a receita original do bolo do caco. Ao perceberem isto todos se acalmaram e assim foi evitada uma guerra galáctica.

 Nesse mesmo dia, os Madeirenses voltaram à terra, sem problema nenhum, sabendo que sempre seriam sempre bem-vindos a Júpiter.

Trabalho realizado: Marta Luísa Franco de Olim, n.º 10 Matias Alves Freitas, n.º 11